O som do próprio nome reverberando pelas paredes de pedra fez o sangue de Ayla congelar nas veias. Era uma nota perfeitamente esculpida, carregada daquela rouquidão familiar que ela costumava ouvir nos fins de tarde em Ravenmoor, antes que o mundo fosse reduzido a cinzas e luto. Seus pés colaram-se ao chão de granito, os dedos que apertavam o cabo do punhal tremendo milimetricamente sob o impacto daquela frequência.
— Ayla... — o sussurro veio novamente do corredor da direita, mais fraco desta