A chuva começou na madrugada e não parou.
Ayla estava acordada quando chegou — ouviu as primeiras gotas batendo no telhado com aquela irregularidade do início, antes de virar o tamborilar constante que preenchia o silêncio do quarto inteiro. Ficou na cama por um tempo tentando dormir e depois desistiu com a resignação de quem sabe que brigar com a própria cabeça é batalha que nunca se ganha na base da força.
Desceu para a cozinha. Fez chá que não queria. Ficou olhando pela janela para a rua tra