Ayla acordou às três da manhã com o coração batendo num ritmo que não era o seu.
Ficou parada, de costas, olhando para o teto do quarto. A respiração veio funda, lenta, deliberada — o mesmo exercício que Dorian lhe ensinara meses atrás, quando os pesadelos ainda vinham toda noite e ela não sabia como aterrissar de volta em si mesma. Inspire pelo nariz, quatro tempos. Segure, quatro. Solte pela boca, quatro. Repita até que o mundo volte a ter chão.
O mundo voltou a ter chão. Mas a frequência con