Na manhã seguinte, a cidade acordou como se nada tivesse acontecido, que era exatamente o que Ravenmoor fazia de melhor.
Ayla foi até o mercado às nove porque a geladeira estava vazia de um jeito que beirava o protesto, e porque andar até o centro dava a ela aquela sensação de normalidade que vinha tentando praticar como se fosse um idioma novo. Um passo depois do outro. Uma maçã, um pão, um litro de leite. Coisas reais que tinham peso e prazo de validade e não tentavam matar ninguém.
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