O Coletor atacou de novo na quinta-feira, mas desta vez alguém sobreviveu.
Thomas Erwin, cinquenta e três anos, professor aposentado, havia saído para caminhar às seis da tarde e voltado às oito sem memória do intervalo e com marcas nos braços que os médicos não conseguiram classificar. Marcas em espiral, como se algo tivesse drenado a partir de dentro, deixando apenas o contorno visível na pele.
Ele estava vivo. Mas a parte dele que havia estado viva por cinquenta e três anos — a presença nos o