Adrian chegou ao posto de combustível, com seu rosto tenso tentando disfarçar a apreensão que sentia. Suas roupas, encharcadas pela chuva, denunciavam uma noite difícil. Com passos cautelosos, se aproximou da bomba de gasolina e encheu uma garrafa com a quantidade que precisava. Caminhou então à conveniência e, com gestos rápidos, para pagar pela conta.
No espelho do estabelecimento, viu a chegada de homens suspeitos. Sem hesitar, arremessou notas de dinheiro molhadas sobre o balcão e correu em