Yana
Eu estava revisando algumas planilhas de auditoria quando a porta de comunicação entre as nossas salas se abriu com um estrondo.
Brandon passou por ela, mas não era o homem que havia me beijado pela manhã. O rosto dele estava completamente pálido, desprovido de qualquer cor, e seus olhos estavam injetados, vermelhos, com as lágrimas já transbordando e escorrendo livremente pelas suas bochechas. Ele segurava um tablet com as mãos trêmulas, e a respiração dele vinha em golfadas curtas, audív