Yana
Brandon se virou para mim, cruzando os braços e encostando-se levemente na bancada de granito da cozinha americana.
— Posso te perguntar uma coisa, Yana? — ele disse, o olhar fixo no meu rosto.
A ansiedade do que ele perguntaria começava a dar sinais de vida, mas me controlei e me mantive o mais calma possível.
— Pode. Claro.
— O que você achou que eu ia fazer hoje, depois da nossa conversa de ontem à noite?
A pergunta direta me pegou totalmente desprevenida, fazendo o meu estômago dar um