CAPÍTULO 24 — Ecos da Ponte
A manhã chegou antes que Lucien conseguisse dormir de verdade.
As primeiras luzes atravessavam as cortinas do quarto quando ele abriu os olhos.
Permaneceu deitado por alguns instantes, encarando o teto.
A cena da ponte voltava à sua memória em fragmentos.
A pessoa não floresta.
A chave de bronze.
A frase sobre seu pai.
E, por fim, o uivo que interrompera tudo.
Sentou-se na cama e passou a mão pelo rosto.
Na cadeira ao lado da janela, o casaco da n