CAPÍTULO 25 — Quem Nunca Anda Sozinho
Lucien permaneceu alguns segundos olhando para a pena negra sobre o parapeito.
A noite estava silenciosa.
O jardim permanecia vazio.
Mesmo assim, a sensação de estar sendo observado continuava ali, pesada o bastante para fazê-lo esquecer o cansaço.
Com cuidado, soltou o fino fio prateado que prendia o pequeno papel.
O bilhete estava dobrado três vezes.
Não havia assinatura.
Apenas uma frase escrita com tinta escura.
"Se procura respostas, s