CAPÍTULO 30
O sol nasceu lentamente sobre Grinvale, dissipando a névoa que cobria os telhados antigos.
Os primeiros raios de luz atravessaram a janela do quarto de Elara, despertando-a antes mesmo do despertador tocar.
Ela permaneceu alguns instantes deitada, encarando o teto.
A lembrança do baile voltou quase imediatamente.
O vento gelado.
A figura mascarada.
O estranho símbolo que surgirá no piso.
E o sonho da enorme porta de pedra.
Sentou-se na cama e olhou para a escrivaninha.
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