CAPÍTULO 23 — Um Estranho Gentil
O céu amanheceu limpo depois de vários dias de neblina.
A luz atravessava as janelas da cozinha, desenhando faixas douradas sobre o piso de madeira.
Agnes terminava de cortar uma cesta de frutas quando Elara entrou.
— Dormiu melhor hoje?
Elara puxou uma cadeira.
— Melhor do que ontem.
Agnes colocou uma xícara de café diante dela.
— Ainda pensando na biblioteca?
Elara sorriu sem graça.
— Está tão na cara assim?
— Um pouco.
As duas riram.
O assunto morreu ali.
Dep