Mundo ficciónIniciar sesiónAcordo com um barulho irritante. Me viro e abraço a Lunna, que ainda dorme, mas o som continua. Me levanto e vejo que é o celular da Lunna tocando. Caminho até a escrivaninha e o pego.
— Lunna, acorda, é a sua mãe — digo, chamando-a. Ela abre os olhos, os fecha novamente, pega o celular da minha mão e atende.
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