— Me deixem sair daqui! — grito, esmurrando as portas do apartamento de Cael.
Já faz mais de vinte e quatro horas que estou trancada aqui. Sozinha. E pelo menos cinco delas eu passei batendo nessas malditas portas.
Eryon me traz as refeições em silêncio, mas nunca abre a boca. Não sei onde Cael e Samiel estão, e cada minuto de espera aumenta a vontade de destruir esse lugar inteiro.
— Vocês não podem me prender desse jeito! — chuto a porta, a cabeça latejando como se fosse explodir.
De repente,