Luxúria, parte dois.
— Ai, meu Deus! — Deixei escapar entre um gemido e outro.
Ele subiu o olhar perverso na minha direção e sorriu, depois, sacana como era, me lambeu com mais lentidão, esfregando sua língua na minha boceta.
Eu não devia chamar por Deus naquele momento, mas céus, isso era tão bom!
Quando parou de me chupar, Leonard subiu beijando todo o meu corpo. Apertou meus peitos com as duas mãos e abocanhou um deles com fúria; chupou e enfiou o máximo que podia para dentro da boca, me marcando com seus de