“Estou aqui fora, na calçada da praia”. – Enviei para Camila por volta das 16h20, que foi o exato momento em que cheguei próxima ao restaurante onde ela trabalhava. Como havia avisado, fiquei do outro lado da avenida, próximo à areia, pois ali havia um banco público de concreto onde me sentei e fiquei esperando.
Não demorou muito e logo a avistei atravessando e vindo em minha direção. Vestida de forma casual e compatível com a temperatura local, carregava uma bolsa transversal e, ainda de longe