Val
— Desculpe! Eu não sei o que dizer.
— Diga que sim. — Ele pede e Deus, seu pedido é quase uma súplica. Pego-me sorrindo em meio as lágrimas. Respiro fundo e uso o dorso das mãos para secá-las.
— Sim! — digo com convicção.
— Sim? — indaga surpreso. Balanço a cabeça positivamente e meu sorriso cresce.
— Sim! — Ele tira o anel da caixinha e a põe ao seu lado no chão, depois, desliza o objeto sem pressa pelo meu anelar, deixando pequenos beijos em meus dedos, demorando mais no que expõe o lindo