KARINA
Apesar do bom senso emitir vários sinais de aviso, eu os ignorava a todos. Eu, a certinha, queria rebelar-me uma vez, nem que fosse a última.
— Marcos, aqui não... Kayla… — falei entre seus lábios.
— Teu quarto — ele sussurrou, sem parar de beijar-me.
Afastei-me e ele deve ter percebido minha hesitação. Seus braços fortes tiraram-me do chão, obrigando-me a enrolar minhas pernas à volta da sua cintura para me sentir segura.
— Se não me indicares o caminho, sou capaz de entrar no quarto err