Ele rasgou minha calcinha ante essas palavras, sua boca encontrando meu núcleo encharcado. Eu gritei alto quanto ele possui o meu núcleo.
— Pierre! — Eu gritei ainda mais quando o orgasmo rasgou através de mim.
— A quem você pertence, cara? — Pierre rosnou com voz rouca, ainda me lambendo como um animal faminto.
— A você! — Eu choraminguei, os pensamentos coerentes voando para longe de mim. — Oh merda! Pierre!
Pierre olhou para mim com um sorriso.
— E é melhor você se lembrar disso. — Ele volto