— Você está brincando, amor? Não gosto que fale assim!— eu já estava me denunciando.
Ele se levantou, falando:
— Por quê? Está me escondendo algo?
— Não, claro que não! É que parece estar envenenado por alguém!— Eu também me levantei.
— Pode ser!— ele entrou no banheiro.
Eu sabia que ele não me resistia e me despi, em seguida fui atrás dele. Foi uma pegação naquele banheiro.
Ele gostou. Sorriu e me sentou na bancada com as pernas abertas, pronta para recebê-lo.
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