— Estamos seguros? — sussurrou.
Não havia resposta.
Mas, pela primeira vez desde que Matteo entrou na trattoria, Giulia conseguiu respirar por mais de alguns segundos.
A sopa esfriava sobre a mesa.
Ela comeu devagar, não porque Lorenzo mandara, mas porque agora havia alguém dentro dela dependendo de sua força. Pão. Sopa. Algumas frutas. Água. O estômago embrulhou no começo, depois aceitou.
Depois trancou a porta.
Verificou a janela.
Verificou o banheiro.
Verificou até o armário.
Não encontrou c