— Giulia.
Ela odiava quando ele dizia seu nome daquele jeito. Baixo. Como se arrancasse a mentira antes que ela terminasse de ser dita.
— Sim — ela admitiu, com raiva. — Fiquei assustada por você. Feliz agora?
O olhar dele escureceu, mas não de desejo dessa vez.
De algo mais quieto.
— Não.
A resposta simples a desarmou.
Giulia molhou o pano em uma bacia de água e se aproximou da cama.
— Seu rosto está sujo de sangue.
— Não é meu.
Ela parou.
— Isso deveria me tranquilizar?
— Não.
— Você é imposs