Sua resposta me desequilibra, e sinto meus olhos se encherem de lágrimas, o que me força a mover o rosto na direção oposta a sua.
Meu Deus!
Eu sou um monstro!
Silêncio.
- Pois, você também pode me chamar de pai se quiser – Leon diz alguns segundos depois, e sinto que retornou à beirada da cama.
Coloco uma mão sobre meus lábios em uma tentativa de abafar a necessidade esmagadora de soluçar.
- Depois que o meu irmão nascer? – pergunta meu pequeno com a vozinha embargada.
- Quando você quiser –