Gregório cerrou o punho, contendo sua vontade de bater naquele moleque insolente.
–Venha até minha sala–
Gregório foi na frente, e Francesco o seguiu.
Gregório tirou seu sobretudo e o pendurou; logo se sentou em sua cadeira e indicou a cadeira em frente à sua para o italiano, que se sentou.
–Vamos direto ao ponto. O que você quer para voltar para a Itália sem causar confusão?– perguntou Gregório, firme e direto, encarando o outro.
–Eu não vim aqui para causar confusão alguma, eu apenas vim levar a minha irmã para casa–
–Aqui é a casa dela–
–A minha mãe costumava dizer que a nossa casa é onde está a nossa família, e tenho certeza de que a minha irmã vai entender e concordar com isso. E vai querer ir comigo para a Itália, onde está a sua família– Francesco olhou para Gregório sério, determinado e convencido de que Melissa iria com ele.
Gregório encarou o outro e sorriu, encostando-se em sua cadeira.
–Um lar? Família? Essas são palavras-chave bastante bonitas, mas... Se lá realmente era