A fumaça negra deixada pelo Executor ainda pairava sobre as ruínas do antigo templo.
O silêncio era inquietante.
Sarah permanecia imóvel no centro do salão, olhando para a estranha marca que havia surgido em sua mão direita. Ela parecia pulsar lentamente, como se tivesse vida própria. Linhas escuras se espalhavam por sua pele antes de desaparecer novamente, deixando apenas o símbolo negro gravado em sua palma.
Ela respirou fundo, mas o ar parecia insuficiente.
— O que... está acontecendo comigo