O sino de emergência ecoava por todo o castelo de Asterion.
Uma.
Duas.
Três vezes.
O som grave atravessava os corredores de pedra como um aviso impossível de ignorar.
O incêndio na Torre Oeste já podia ser visto de qualquer ponto da fortaleza. Colunas de fumaça negra subiam ao céu, enquanto pequenas faíscas eram carregadas pelo vento em direção aos telhados vizinhos.
Soldados corriam em todas as direções.
Servos transportavam baldes de água.
Curandeiros improvisavam postos de atendimento no pát