O jantar foi uma tortura. Não porque Savannah estava ali comigo — isso, por si só, já era algo que me deixava absurdamente satisfeito. Mas porque, cada vez que ela erguia os olhos e me olhava daquele jeito meio desconfiado, meio irritado, eu sentia um desejo insano de puxá-la para perto e acabar com aquela distância absurda entre nós, e com a minha agonia.
Então, como um idiota, fiz o que sabia fazer de melhor: provoquei. Joguei charme, fiz comentários afiados, a desafiei em pequenas doses. Ma