No entanto, Patrícia e Amanda não se moveram, claramente compadecidas.
Júlia implorou com mais fervor:
- Tia, quando eu era pequena, você me adorava, me tratava como se fosse sua própria filha, eu vivia na sua casa. Amanda, antes nós éramos inseparáveis, melhores amigas que compartilhavam tudo, comíamos juntas, íamos ao cinema, dormíamos juntas. Você se lembra daquela vez que você bebeu demais e eu te carreguei nas costas por cinco quilômetros até o hospital... Nicolas, se você quiser, eu posso