O celular estava no bolso do vestido de Clara e ela não sabia quem estava ligando.
Mesmo que o tenha colocado no modo silencioso, as chamadas continuavam a chegar, uma após a outra.
Provavelmente, ela não havia rezado com seriedade antes de sair de casa hoje.
O toque do celular persistia, como se fosse continuar tocando indefinidamente se ela não atendesse.
Clara sentiu que não tinha para onde fugir.
Em sua mente, ela já estava pensando em como explicar para Simão quando ele visse seu rosto e