― Por favor! Anestésicos! Por favor... use anestésico... Aaaaggrrhhh! ― A agonia atormentava Charlene. Ela desejava cair inconsciente, mas a dor a mantinha muito acordada e lúcida. Assim, estava presa, sentindo cada etapa daquela tormenta.
Enquanto a provação continuava, o homem misterioso, sentado em um sofá em frente a ela, observava e sorria, sem simpatia.
― Ah, você não vai conseguir nenhuma droga ou saída para isso, Charlene. Eu quero que você grave essa dor profundamente nas fendas do se