Abla Dinis
— “Como sabe que sou eu?” — Interrogou com a voz dura.
— Por que eu reconheci. Agora, eu quero saber quem lhe deu meu telefone? — Declarei irritada. E não é fingimento. O desgraçado me liga sem a minha permissão, e acha que tem o direito de ficar zangado?
— “Foi uma pessoa em comum!” — Retrucou sarcástico.
— Sei. Olhe, eu não acabarei com a raça dessa pessoa em comum, por que gostei de ouvir a sua voz. — Sorri meiga.
Ai que raiva.
— “Que bom!” — O desgraçado riu gostoso em seguida.