Dante estava imóvel diante da porta fechada do galpão.
Valentina segurava sua mão e ao redor deles, tudo estava escuro.
— Valentina, você está machucada?
— Não.
— Tem certeza?
— Tenho.
Dante respirou aliviado, mas o alívio durou pouco. Passos ecoaram pelo galpão e uma voz desconhecida surgiu no escuro:
— Vocês demoraram.
Dante puxou Valentina para trás dele.
— Quem está aí?
Uma luz se acendeu, o homem que havia atraído Valentina apareceu do outro lado da sala.
— Você sempre foi impulsivo, Dante