MARKUS BLACKWOOD
A porta do elevador privativo se abriu revelando o hall de entrada da minha cobertura.
Eram 22:15.
O silêncio do apartamento deveria ser um bálsamo. Deveria ser o momento em que eu despia a pele do gestor que passou as últimas quatorze horas lidando com polícia, imprensa, famílias enlutadas e um assassino em série. Eu deveria entrar, servir um uísque duplo, olhar para a vista da cidade e desligar o cérebro.
Mas no meu sofá, uma pequena pessoa quebrava a simetria perfeit