Capítulo 18
— Silêncio.

O juiz bateu o martelo, mas ainda assim lhe deu a chance de se defender.

Carolina, entre lágrimas e soluços, começou a falar.

— Eu sou inocente. Benício e eu éramos apenas amigos.

— O beijo foi parte de um jogo, não era real. Ele sempre gostou de mim desde criança, mas eu sempre o recusei. Nossos amigos de infância podem testemunhar!

— Depois, quando vi a repercussão na mídia, fiquei preocupada que ele fosse mal interpretado, então, por amizade, sugeri que nos casássemos no civil. Era apenas um casamento de fachada! Quem diria que ele queria que eu assumisse a culpa e as dívidas por ele.

— Eu só fui bondosa demais ao ajudar esse demônio. Agora que vejo quem ele realmente é, quero o divórcio. Não tenho nada a ver com isso!

Apesar de sua aparência abatida, as lágrimas constantes e a voz trêmula de Carolina conseguiram despertar alguma compaixão.

Benício, no entanto, sorriu com desdém e pediu ao seu advogado para apresentar as provas.

— Carolina, sob o pretexto de amizade, vol
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