Cap.158
O silêncio que se seguiu à execução dos quatro homens no galpão durou pouco. Assim que o eco do último urro de Átila bateu nas paredes de zinco, a porta de ferro foi empurrada com violência. Adon entrou a passos largos, com os sapatos estalando no concreto sujo de sangue. Ele encontrou o irmão de joelhos, com a mão esquerda pressionando o flanco esquerdo da camisa de seda vinho, que agora exibia uma fenda rasgada e uma mancha escura que se expandia rapidamente.
— Átila! — Adon esbravejo