A manhã de domingo amanheceu ensolarada no Rio de Janeiro. O silêncio que antes era preenchido pelas risadas de Gabi e pelas cantorias de Rafael na cozinha agora parecia sufocar as paredes do apartamento. Giulia mal havia conseguido pregar os olhos durante a noite; passou as horas em claro, encarando o teto, sentindo a cama vazia e repensando cada palavra dita na discussão.
Por volta das oito da manhã, a campainha tocou. Giulia caminhou até a entrada e abriu a porta. Eram seus pais, pontuais, p