Ponto de vista de André
Eu estava dentro do carro, sendo levado pelo motorista para o trabalho. O trânsito parecia não querer cooperar — ou talvez fosse apenas a minha ansiedade falando mais alto.
Eu precisava vê-la.
Samantha.
A sexta-feira havia sido tão bom… tê-la tão perto novamente… que, ao chegar em casa, desabei. Chorei como uma criança. Uma alegria tão grande tomou conta de mim que não consegui conter.
Eu já tinha me convencido de que nunca mais a veria, que nunca mais a teri