Kell
— Precisamos pedir ajuda — falei desesperada, sentindo a minha cabeça latejar. Então procurei o meu celular, que havia caído em algum lugar do carro, mas não o encontrei em nenhum lugar. A mão do Lipe segurou o meu braço me chamando a atenção.
— Eu te amo! — disse quase sem forças.
— Também te amo! Vai dar tudo certo, Lipe, aguenta só mais um pouco — pedi soltando um gemido de dor. Algumas pessoas começaram a se aglomerar perto do carro, algumas delas segurando o telefone no ouvido. Olhei