Ela abriu a pasta apenas o suficiente para enxergar o nome dele.
Dante Bellini.
A assinatura ocupava o espaço indicado com a mesma firmeza que ele costumava usar em contratos milionários, documentos da empresa e cartões de aniversário escritos às pressas.
Estava feito.
O último papel de que precisava.
A mão de Helena tremeu apenas naquele momento.
Não quando o enganou.
Não quando entregou os documentos.
Não quando o viu assinar sem sequer desconfiar.
Mas agora.
Agora que estava sozinha.
Agora q