Mundo de ficçãoIniciar sessãoA noite ainda guardava os ecos do riso suave de Hope e os gestos ternos de Dante quando, ao saírem do pequeno restaurante italiano no centro da cidade, os dois foram surpreendidos.
Uma van preta parou abruptamente ao seu lado. Antes que pudessem reagir, panos embebidos em éter cobriram seus rostos. O mundo girou, escureceu, e tudo desapareceu.Ao acordar, Hope sentiu os pulsos e tornozelos dormentes, amarrados com corda áspera a uma cadeira de metal frio. A cabeça latejava, e seus olhos levavam alguns segundos para se ajustar à penumbra e reconhecer o local: um galpão abandonado, com paredes descascadas e o cheiro úmido de mofo e óleo velho. Ao que parecia estavam em alguma região periférica distante. Ao seu lado, Dante estava igualmente amarrado, ainda grogue, mas já tentando se livrar das amarras. - Dante ?- ela chamou, a voz ainda rouca e baixa. - Estou aqui - ele respondeu, com os olhos fixos nela, aliviado por vê-la bem, mas tenso. - Você está






