O automóvel de Ricardo deixou a Fazenda Luzes da Aurora levantando uma fina nuvem de poeira sobre a estrada de terra, mas a sensação de sua presença permaneceu muito depois de o veículo desaparecer além da porteira principal.
Íris continuava parada na varanda, respirando profundamente, como se precisasse convencer o próprio corpo de que aquela conversa realmente havia terminado.
Suas mãos permaneciam frias, embora o sol do início da tarde aquecesse as tábuas antigas de madeira sob seus pés.