LEONARDO RIZZI NARRANDO.
ITÁLIA.
Acordei sentindo o calor do corpo de Rafaella ao meu lado. A luz suave da manhã invadia o quarto através das cortinas que estavam entreabertas, criando uma sensação tranquila. Olhei para Rafaella, adormecida, o seu rosto relaxado depois de uma noite de prazer. Era difícil acreditar que, por trás daquela expressão serena, havia tanta dor e desejo de vingança.
Passei os dedos pelo seu cabelo, afastando uma mecha do rosto dela. Eu sabia que a estrada à nossa frente