Cristine Castro.
Assim que o relógio indica a hora de ir para casa, me levanto e passo na sala do Rodrigo. Criei coragem de ir até lá e bati na porta.
— Pode entrar — responde Rodrigo.
Deixei a porta entreaberta e falei — proposta aceita — ele abriu um lindo e elegante sorriso. Fechei a porta e saí com um sorriso bobo.
Quase todos já foram embora, a empresa está completamente vazia. Ouço passos vindo atrás de mim, ao me virar vejo o Rodrigo a passos leves com o celular no ouvido. De onde es