Abro meus olhos, é como se eu tivesse emergido de um longo mergulho. Estou deitada, há acessos em meus braços, uma bolsa de medicação pingando lentamente e alguém segurando minha mão. Michael está sentado ao lado da cama, e no momento que passo meu polegar pelo seu indicador ele olha para mim. Sua expressão é de alívio e ele se levanta devagar e chega mais perto de mim. Vê-lo é como relembrar o que provavelmente me trouxe até aqui, e é assustador como me lembro exatamente de tudo. A bala zunind