A escuridão do quarto envolve-me enquanto meus olhos se acostumam à realidade que me cerca. Respiro fundo, tentando acalmar meu coração que ainda pulsa descontroladamente no peito. Olho para o lado e vejo Diana dormindo profundamente, sua respiração suave e regular é o sinal de que ela não faz ideia dos demônios que me assombram esta noite.
Os flashes do pesadelo recorrente ainda persistem diante dos meus olhos, mesclando-se com as lembranças vívidas e dolorosas da noite fatídica em que Chiara