Helena soltou um pequeno suspiro de surpresa ao sentir o corpo deixar o chão.
— Eduardo… por favor. Eu consigo andar.
Ele sequer diminuiu o passo.
— Não consegue. — A resposta veio firme.
Helena automaticamente segurou nos ombros dele. O peito de Eduardo estava rígido sob suas mãos, e ela percebeu o quanto ele parecia sólido… forte.
As pessoas ao redor abriram passagem imediatamente. Muitos observavam a cena sorrindo, encantados. Alguns cochichavam, outros fotografavam discretamente.
A interpre