Viviane permanecia acordada enquanto o homem ao seu lado roncava, mergulhado em um sono pesado. Com cuidado, afastou o braço grande que repousava sobre seu corpo, levantou-se e seguiu até o banheiro.
Deixou a água morna escorrer lentamente pela pele. Seus olhos percorreram o próprio corpo, detendo-se em algumas marcas. Ele não foi violento, mas o ímpeto deixou sinais roxos. Fechou os olhos. Não queria mais aquela vida. Pegou a esponja e começou a esfregar a pele com mais força do que o necessár