Naquela noite, Helena não conseguia dormir. Deitada na cama, permanecia atenta a qualquer ruído vindo da alameda da mansão.
As horas avançaram lentamente e Eduardo não voltou. Sem perceber, vencida pelo cansaço e pela longa espera, acabou adormecendo.
Na manhã seguinte, desceu para o café ainda sonolenta.
Olga serviu-lhe o café da manhã com a mesma dedicação de sempre, mas havia uma tristeza discreta em seu semblante.
— Mais alguma coisa, senhora?
— Não, obrigada.
Olga se retirou em silêncio,