47. Não pode ser.
Odeio Rivermont. Essa cidade é uma espelunca, cheia de pobres e pedintes. Mas o cliente é importante, então sou obrigado a fazer esse sacrifício. Caminhando ao lado de um parque, vejo uma silhueta feminina que chama minha atenção. Cabelos longos loiros, cintura fina, tudo no lugar certo. Sorrio, me aproximando. É como se ela sentisse meus olhos sobre ela e se vira. Paro imediatamente. É Hanna, a empregadinha que quase me fodeu no passado.
— Como você conseguiu ficar ainda mais gostoso? — murmur