Natália pensava continuamente sobre o túmulo durante o trajeto. Seria uma coincidência de nomes ou realmente o túmulo de sua mãe? E se fosse, quem teria erguido a lápide e com que propósito? Parada no sinal vermelho, ela pegou o celular e olhou novamente para aquele número de telefone, murmurando suavemente:
- Elena...
Antes mesmo de terminar de ver o número, o telefone de Douglas tocou.
- Onde você está? - A voz do homem soava grave, indecifrável em emoção.
- Eu estou...
Natália não tinha termi